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Fraude interna não começa com roubo. Começa com acesso demais.
Fraude interna raramente começa com roubo deliberado. Na maioria dos casos, ela nasce do acesso excessivo a dados e sistemas, acumulado ao longo do tempo sem revisão. Permissões amplas, exceções permanentes e falta de governança permitem que erros, desvios ou contas comprometidas ganhem escala. Reduzir fraude interna exige governar acessos e fluxos de dados antes do incidente, não reagir apenas depois do dano.


Quando o atacante não invade: ele entra com acesso legítimo
Hoje, muitos ataques não começam com invasão técnica, mas com acesso legítimo. Credenciais válidas, sessões ativas e processos como help desk e MFA são explorados fora de contexto, sem gerar alertas imediatos. O risco deixa de ser apenas “quem entra” e passa a ser “o que acontece depois que entra”. Governar acessos, sessões e privilégios de forma contínua é essencial para reduzir impacto e evitar movimentação silenciosa no ambiente.


Detecção sem resposta não é segurança: o que diferencia MDR de um SOC de alertas
Alertas sem ação não garantem segurança. Descubra como MDR vai além do SOC de alertas, investigando, decidindo e interrompendo ataques antes que causem impacto na empresa.


O perímetro não desapareceu, ele se espalhou: por que VPNs e firewalls viraram o elo mais frágil
O perímetro corporativo não desapareceu — ele se espalhou. Entenda por que VPNs e firewalls se tornaram alvos estratégicos, como credenciais válidas facilitam invasões silenciosas e quais práticas ajudam a reduzir riscos na borda da rede.


Ransomware não começa na criptografia, começa meses antes
Ransomware não é apenas um incidente de segurança, mas um risco direto à continuidade do negócio. A maioria dos ataques começa muito antes da criptografia, com acessos legítimos e movimentação silenciosa no ambiente. Quando a detecção ocorre tarde, o impacto operacional é maior e a recuperação se torna mais lenta. Reduzir esse risco exige visibilidade, resposta rápida e planos de recuperação testados, integrando segurança à operação.


Pentest não é checklist: é validação real da sua superfície de ataque
Pentest é a forma mais direta de validar a superfície de ataque de uma organização.
Diferente de auditorias e checklists, o teste de invasão simula caminhos reais que um adversário poderia explorar, revelando falhas de implementação, integração e priorização que impactam diretamente o risco do negócio.


De distração a incidente: como redesenhar o trabalho para reduzir o risco humano em 2026
Reduzir o risco humano em segurança da informação deixou de ser uma questão de conscientização e passou a ser um desafio de desenho organizacional.
Em ambientes marcados por excesso de notificações, decisões manuais e pressão por velocidade, o erro humano é consequência previsível. Tratar segurança como responsabilidade individual ignora a raiz do problema: processos que exigem mais atenção do que as pessoas conseguem sustentar.


OT + IT: como a indústria pode evitar que um ataque digital pare a linha de produção
Segurança OT e IT na indústria deixou de ser um tema restrito à área técnica.
Quando sistemas corporativos e ambientes industriais estão conectados, um incidente digital pode se transformar rapidamente em uma parada física da produção. Integrar segurança entre IT e OT é hoje uma condição básica para reduzir riscos operacionais, proteger a linha de produção e manter a continuidade do negócio.


Ransomware em hypervisors e backups: a nova fase dos ataques contra médias empresas
O ransomware deixou de mirar apenas endpoints. Em 2025, os ataques mais avançados focam diretamente hypervisors e sistemas de backup, derrubando toda a operação de uma empresa de uma só vez. Com ambientes de virtualização cada vez mais visados, especialmente em médias empresas, proteger ESXi, Hyper-V e Nutanix tornou-se essencial para garantir continuidade e recuperação após um ataque.


Depois do patch: o que realmente falta para sua borda estar protegida
A aplicação de patches não é mais suficiente para proteger a borda corporativa. Ataques recentes mostraram que invasões começam antes da divulgação dos CVEs e permanecem ativas mesmo após a atualização. Validar logs, credenciais, configurações e integrar o dispositivo ao monitoramento contínuo é o que realmente garante segurança — porque a proteção de verdade começa depois do patch.


Quando o elo fraco está fora da empresa: como o risco digital se esconde em APIs, SaaS e fornecedores
Durante muito tempo, a cibersegurança corporativa se concentrou nas fronteiras internas: servidores, endpoints, usuários e senhas. Mas o mapa de risco mudou. Hoje, a superfície de ataque se estende por integrações invisíveis, APIs que conectam sistemas, e dezenas de fornecedores SaaS que têm acesso direto a dados corporativos. O problema é que boa parte dessas conexões não passa pelo radar do time de segurança. E é justamente aí que o próximo incidente pode começar.


MDR e inteligência de ameaças: o elo que separa reação de prevenção
Durante muito tempo, a segurança cibernética significou reagir. Um alerta soava, o SOC investigava, um analista corria para conter o incidente, mas o volume e a velocidade dos ataques em 2025 provaram que esse modelo reativo não basta mais. Hoje, a diferença entre empresas que apenas sobrevivem a um ataque e aquelas que o impedem de acontecer está em um novo conceito: MDR com inteligência de ameaças. De reagir a antecipar: o salto estratégico do MDR O Managed Detect


Phishing na América do Sul: o elo humano ainda é o maior risco corporativo
O elo mais vulnerável de qualquer estratégia de cibersegurança continua sendo o mesmo: o ser humano. E na América do Sul, essa vulnerabilidade é ainda mais evidente. Segundo o Relatório de Benchmark de Phishing 2025 da KnowBe4, nossa região registrou a maior propensão global a cliques em e-mails de phishing, com uma Phish-Prone Percentage (PPP) média de 39,1% antes de qualquer treinamento. Em outras palavras, quatro em cada dez funcionários clicariam em um link malicioso


VPNs e firewalls sob ataque: o novo perímetro invisível das empresas
Durante anos, a VPN corporativa foi vista como uma camada confiável de acesso remoto. Os firewalls de borda, por sua vez, eram o escudo intransponível que separava o “dentro” e o “fora” da rede, mas esse modelo entrou em colapso. Em 2025, o perímetro digital das empresas praticamente desapareceu, e aquilo que restou se tornou a porta de entrada preferida dos cibercriminosos. De SonicWall a Fortinet, passando por Palo Alto, Ivanti e Citrix, praticamente todos os grandes fabri


Conscientização em Cibersegurança para o Setor de Saúde
A cibersegurança no setor de saúde exige atenção redobrada. Entenda como ataques digitais afetam hospitais e pacientes, e veja por que a conscientização é essencial para reduzir riscos e cumprir a LGPD.


EDR, XDR e MDR – qual escolher?
Nos últimos anos, as siglas da cibersegurança se multiplicaram. EDR, XDR, MDR… muitas empresas se veem diante desses termos sem clareza sobre o que significam ou qual solução faz sentido para o seu cenário. Essa confusão é compreensível: todas estão relacionadas à detecção e resposta a ameaças, mas o escopo, a forma de entrega e o esforço operacional são bem diferentes. Antes de decidir, é importante entender o que cada sigla representa, os prós e contras de cada abordagem


Por que não fazer pentest com a mesma empresa do SOC?
Na cibersegurança, existe um princípio básico herdado da auditoria: quem opera não deve auditar ou testar a si mesmo. Ainda assim, muitas...


Pentest ≠ Auditoria: por que conformidade não garante resiliência
Você acredita que pentest e auditoria são a mesma coisa? Essa é uma confusão comum no mercado, e perigosa. Muitas empresas brasileiras...


DevSecOps e Pentest: Integrando a Segurança Ofensiva do Desenvolvimento à Produção.
O DevSecOps integra segurança desde o início do desenvolvimento, mas apenas o Pentest valida se o produto final está realmente protegido em produção. Juntos, garantem agilidade e resiliência sem comprometer a inovação.


Resposta a Incidentes Cibernéticos: O Guia para Proteger a Resiliência do seu Negócio.
Ataques cibernéticos são inevitáveis. A diferença está na rapidez e eficiência da resposta. Um plano de resposta a incidentes bem estruturado garante resiliência, reduz prejuízos e fortalece a proteção do negócio.
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