Segurança digital não é evento. É processo.
- Setrix Segurança em Tecnologia da Informação
- 14 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
Empresas que tratam segurança como um projeto com começo, meio e fim dificilmente evoluem.
A maturidade em cibersegurança está em entender que não existe “fim” — apenas ciclos contínuos de validação, revisão e decisão técnica.
Na Setrix, enxergamos segurança como parte do fluxo de operação, e não como uma resposta emergencial.
O erro mais comum: achar que o relatório encerra o trabalho
É natural que, ao receber um relatório técnico com falhas identificadas e recomendações de correção, as empresas respirem aliviadas. Parece que o problema foi resolvido. Mas isso é só metade do caminho.
Segurança real começa onde o relatório termina.
Depois da descoberta vêm os ajustes, os testes de confirmação, as decisões de arquitetura e, principalmente, o acompanhamento técnico que transforma um apontamento em aprendizado prático para toda a operação.
Pentest é parte do ciclo. Não o ciclo inteiro.
O Pentest ofensivo é uma ferramenta valiosa — mas perde força se for usado como evento isolado. É como fazer um check-up, encontrar um risco e ignorar o tratamento.
A abordagem certa é enxergar o Pentest como parte de um ciclo de segurança ofensiva contínua, que envolve:
Revisão recorrente da superfície de ataque
Correção e revalidação técnica com metodologia
Envolvimento da equipe interna no entendimento do cenário
Atualização constante da postura defensiva e ofensiva
É isso que diferencia empresas que acumulam relatórios das que evoluem.
Segurança como prática de gestão
Em ambientes híbridos, integrados e cada vez mais distribuídos, a segurança precisa deixar de ser uma resposta e se tornar um pilar da operação técnica.
Mais do que identificar falhas, é preciso criar cultura, promover visibilidade e tomar decisões conscientes e contínuas.
Na Setrix, defendemos que segurança digital não é sobre pontualidade, e sim sobre persistência com método.
Segurança não se sustenta no que já foi feito.
Ela precisa ser construída, mantida e questionada — o tempo todo.
É isso que nos move: ajudar empresas a sair do modo reativo e migrar para um modelo estrategicamente ofensivo, tecnicamente fundamentado e adaptável ao seu ambiente.




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